- Torres Moveis https://torresmoveis.com.br/category/poltronas-e-cadeiras/ Móveis e cadeiras para Escritório Fri, 27 Nov 2020 18:29:49 +0000 pt-BR hourly 1 Entenda o revestimento da sua cadeira https://torresmoveis.com.br/entenda-o-revestimento-da-sua-cadeira/ https://torresmoveis.com.br/entenda-o-revestimento-da-sua-cadeira/#respond Wed, 31 May 2017 12:59:27 +0000 http://localhost/chocopress/torresimoveis/?p=5101 Materiais para revestimento de Poltronas e cadeiras “Couro, couro ecológico, couro sintético, símile couro, Courvim, Corino, ou poliuretano.” Couro – É um dos materiais mais sofisticados […]

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Materiais para revestimento de Poltronas e cadeiras

“Couro, couro ecológico, couro sintético, símile couro, Courvim, Corino, ou poliuretano.”

Couro – É um dos materiais mais sofisticados no mercado, é o produto oriundo exclusivamente de pele animal curtida por qualquer processo, utilizada como material nobre para a confecção de diversos artefatos para o uso humano e de animais, tais como: sapatos, cintos, carteiras, bolsas, malas, pastas, casacos, chapéus, coleiras, selas de cavalo, entre outros. O ser humano faz uso do couro a milhares de anos.

O couro passa por diversos processos químicos para aumentar sua durabilidade. Metais pesados como o cromo e outros materiais são usados para garantir que o couro não apodreça

Couro Ecológico – Também obtido por fonte animal, porém, com um processo químico mais verde que gera menos resíduos nocivos ao meio ambiente.

O termo “Couro legítimo” não se aplica, pois, se não for legítimo, não é couro.

Materiais sintéticos

Nos últimos anos, ampliou-se consideravelmente o mercado de materiais sintéticos, em substituição ao couro.

Materiais sintéticos são aqueles que não possuem fibras naturais em sua composição.

Os revestimentos sintéticos que se assemelham ao couro são: Corinos, courvins e os poliuretanos(PU).

Corinos e corvins são 100% PVC e não possuem poliuretano.

  • Corinos – Possuem uma malha tipo lã na parte inferior, pode ter diversas cores e espessuras, e a gravação também varia, podendo ser estampado, liso, ou ter ranhuras. É o tipo mais comum.
  • Courvim –  Tem uma malha menos densa na parte inferior, parecendo por vezes uma tela, podendo ser de nylon, algodão ou sarja, é mais espesso que o courino e o mais resistente dos revestimentos sintéticos, mas bem menos maleável, o que dificulta dar a mesma qualidade de acabamento.
  • Poliuretano (PU) – Possui uma malha tipo sarja na parte inferior, é o que mais se aproxima do couro, tem melhor aparência nas texturas e uma temperatura mais agradável e adequada tanto em regiões frias ou regiões muito quentes,tem a vantagem de ser resistentes a variações de temperatura, é maleável, oferecendo flexibilidade e dando bom acabamento. Sem contar que é de fácil de limpeza, o uso de um pano úmido é o bastante.É um material que combina resistência e estética, garantindo um produto final de excelente qualidade. O encontramos sendo chamado por couríssimo, couro ecológico ou símile couro.

*Couríssimo (ou Kouríssimo) e Corano são marcas, e portanto, só é Couríssimo ou Corano se forem de suas respectivas marcas.

  • Vinil –  Vinil é um tecido/plastico brilhoso, com superfície plana e toque emborrachado. O material é feito em partes de cloro e eteno, um derivado de petróleo. Utilizado por oferecer flexibilidade, resistência, impermeabilidade e leveza. Para os que querem dar um toque retrô para o espaço, esse tipo de plástico é ideal.
  • Poliéster – O Poliéster é outra fibra sintética de alta resistência amplamente utilizada na fabricação de móveis corporativos em todo o mundo. Sua aparência superficial é granular, sendo suave e macia ao toque. Também, é altamente resistente e de fácil manutenção.
  • Polipropileno – O polipropileno está presente tanto em associação com outros materiais para melhorar a flexibilidade e resistência quanto individualmente. Os tecidos desse material apresentam um aspecto quadriculado em sua superfície e podem ser tingidos de diversas cores.

Importante:

*É importante salientar que é proibido por lei o uso da palavra “couro”, como por exemplo “couro sintético” ou “couro vegetal” para qualquer material que não seja de origem animal.

LEI No 4.888, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965

“Art. 1º Fica proibido pôr à venda ou vender, sob o nome de couro, produtos que não sejam obtidos exclusivamente de pele animal.”

Art. 2º Os produtos artificiais de imitação terão de ter sua natureza caracterizada para efeito de exposição e venda.

Art. 3º Fica também proibido o emprego da palavra couro, mesmo modificada com prefixos ou sufixos, para denominar produtos não enquadrados no art. 1º.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1950-1969/L4888.htm

 

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Conhecendo a espuma https://torresmoveis.com.br/conhecendo-a-espuma/ https://torresmoveis.com.br/conhecendo-a-espuma/#respond Tue, 09 May 2017 19:38:51 +0000 http://localhost/chocopress/torresimoveis/?p=4759 Conhecendo a espuma da sua cadeira As espumas utilizadas nas confecções dos colchões, estofamento de cadeiras, travesseiros, esponjas de banho e cozinha que são produzidos, basicamente, […]

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Conhecendo a espuma da sua cadeira

As espumas utilizadas nas confecções dos colchões, estofamento de cadeiras, travesseiros, esponjas de banho e cozinha que são produzidos, basicamente, por duas matérias primas: o TDI (Tolueno Dissocianato de Metila) e o Poliol, ambos com aspecto cristalino e derivado do petróleo, sendo este último mais viscoso.

Além destes ingredientes são acrescentados ainda estabilizadores, tais como: silicone, estanho, corantes, etc.

Todos os ingredientes são colocados em uma batedeira, onde são misturados por alguns segundos. Em seguida, a mistura é colocada em uma forma que, por uma reação química, depois de certo tempo torna-se uma espuma sólida.

Resumindo: Material celular, de baixo peso, resultante da introdução de bolhas de um gás em uma massa polimerizante.

Espuma Laminada e Espuma injetada.

Estes termos indicam o processo de produção da espuma, mas não atestam sua qualidade.

  • Espuma laminada  

A espuma laminada também chamada de espuma expandida são produzidas em blocos de espuma de onde são extraídas Lâminas de Espuma do tamanho e da espessura necessária a ser usada.  No processo de fabricação a espuma se expande imediatamente após a mistura da materia prima, formando o bloco que será laminado.

  • Espuma injetada

É fabricada na medida exata, o composto que forma a espuma é injetado dentro do molde no formato exato a ser utilizado. Normalmente a injetada possui uma densidade maior que a laminada, o que garante menor deformação e maior durabilidade.

     Existem vários fatores que definem a qualidade da espuma, entre outros há a densidade e a resiliência.

DENSIDADE – É a quantidade de materia prima utilizada para produzir a espuma. Determina o peso que a espuma suporta, ou seja, quanto peso uma espuma consegue suportar durante um determinado tempo sem que aconteça deformação permanente.

Densidade é o peso de 1m³ de espuma, portanto para saber a densidade da sua espuma é necessário pesa-la. Ex. 1m³ de uma espuma D-33 deve ter 33kgs, podendo se considerar uma margem de 10%para mais ou para menos.

RESILIÊNCIA – Indica o grau de conforto . É a velocidade de retorno da espuma quando comprimida, ou seja, a capacidade de recuperação ao receber uma carga de pressão.

Espuma de Alta Resiliência – Espuma flexível de bloco (laminada) ou moldada (injetada) baseada na reação de polióis reativos, de alto peso molecular, com TDI ou misturas de TDI/MDI com valor de resiliência maior ou igual a 55.

Este tipo de espuma também é conhecido como HR, do termo em inglês High Resilience. Estas espumas são usadas em móveis e colchões de alto conforto bem como em assentos automotivos.

OBS: A partir dos meados da década de 80, a preocupação crescente com o meio ambiente, particularmente a reciclagem dos produtos a base de poliuretano, e a destruição da camada de Ozônio, provocada pelos clorofluorcarbonos, marcou o início de uma nova fase de desenvolvimento de produtos e processos para os vários segmentos da indústria de poliuretano.

Espumas flexíveis isentas de clorofluorocarbonos, novos polióis, silicones, catalisadores e agentes alternativos de expansão, bem como novos processos de espumação têm sido, desde o início da década de 90, implementados com sucesso.

Aplicações das espumas flexíveis

As espumas flexíveis de poliuretano possuem células abertas, permeáveis ao ar, são reversíveis à deformação e podem ser produzidas numa grande faixa de propriedades incluindo maciez, firmeza e resiliência, numa ampla faixa de densidades com os mais variados graus de dureza, o que as tornam o material preferido para o estofamento nas indústrias de móveis e colchões, oferecendo um conforto aos consumidores, que nenhum outro único material proporciona.

Os processos utilizados para a produção das espumas flexíveis de poliuretano podem ser em blocos (de onde saem as laminas – espuma laminada) ou moldadas (injetada).

As principais características das espumas flexíveis de poliuretano são:

  • Baixo Peso
  • Alto Conforto
  • Excelente Acolchoamento
  • Boa Elasticidade
  • Boa Resistência ao Rasgamento
  • Ótima Resistência à Fadiga
  • Facilidade de Corte
  • Excelente Conformação
  • Bom Isolamento Térmico

Estas espumas apresentam ainda resistência à degradação consideravelmente maior do que as espumas baseadas em látex natural.

Entre as inúmeras áreas de aplicações das espumas flexíveis destacam-se:

  • Colchões
  • Móveis
  • Travesseiros
  • Almofadas
  • Componentes Automotivos
  • Componentes para Calçados
  • Brinquedos
  • Vestuário
  • Artigos de Limpeza
  • Artigos de Higiene Pessoal
  • Artigos para Construção Civil
  • Embalagens

Concluimos então que a qualidade da espuma vai depender da matéria prima usada em sua fabricação, e do destino que será dado a esta espuma. Precisamos então adquirir produtos de fabricantes confiáveis para que possamos ter o maior custo benefício possível.

No caso de Poltronas e cadeiras para escritório, precisamos nos preocupar com o fato de que cada vez passamos mais tempo trabalhando do que sobre os colchoes, e precisamos ter esta atenção na hora de escolher a poltrona certa.

E importante saber cuidar do produto, mantendo-o sempre em boas condições de higiene e limpeza e respeitando as condições de uso sugeridas pelo fabricante. Além disso, devemos sempre estar cientes de que a vida útil das espumas um dia chega ao fim, e é necessário trocá-las antes que ele dê sérios problemas de coluna a quem as usa.

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